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“O Sofrimento e a Felicidade do Pescador...!”
Não está escrito, mas vamos contar algumas estórias recentes sobre pescarias....o que denominamos como: “O Sofrimento e a Felicidade do Pescador...!” Qual é a sensação que o pescador sente quando encontra pela frente Ondas gigantes, Maré baixa, Sujeiras de toda espécie? Será de entusiasmo, por participar de mais uma prova com gabarito ”15” ? Será de indiferença, pois, pescar faz bem e não há tempo ou praia ruim? Ou será de desânimo e tristeza, por lembrar que dependerá da sorte e não da técnica? Se fossemos fazer uma votação provavelmente o ultimo item seria o mais votado. Dessa forma, antes mesmo de falar em Sofrimento ou Felicidade daqueles que de uma forma ou de outra dependem do tempo, regulamento, vale a pena refletir um pouco a respeito da necessidade de se criar o sentimento de constantes mudanças para tentar melhorar a qualidade do meio ambiente. Ou melhor, do nosso Sócio (MAR); que só é lembrado para satisfazer o ego e/ou para diminuir o estresse de quem em troca nada lhe oferece... Que interessante! Mudando o modo de encarar os fatos, é possível transformar uma competição difícil em algo alegre, simplesmente valorizando, acreditando um pouco mais na Natureza, utilizando o desejo de vencer num bem comum, e não para acumular Títulos ou Vitórias. E isto não é um sonho. Muito pelo contrário, coincide com a aplicação do conceito de criatividade, que é justamente a obtenção do melhor resultado possível sem agredir a Natureza e deteriorar o meio Ambiente. Então, se há criatividade, disposição, o que se pode fazer para modificar isto? Quais são os pontos positivos de nossa capacidade que não estamos percebendo, simplesmente porque fomos acostumados enxergar só o lado vencedor? Muitas pessoas ao verem uma arvore de Natal toda enfeitada, reparam justamente na lampadazinha que está queimada, ao invés de observar a harmonia do conjunto. Será que não estamos fazendo o mesmo quando tiramos do Mar centenas de milhares de peixinhos? O argumento de que não fará falta a Natureza não justifica. Não devemos tirar dela aquilo que não utilizamos. É claro que o desconhecido nos traz incertezas. Deixar o “conforto” de casa, o convívio com a família, para participar de provas difíceis como foram as duas ultimas, pode parecer um absurdo. Mas....e se a situação “estável” devido a determinação de quem se acha no “dever” de vencer e não de participar? Não é preferível partir para mudanças ao invés de agredir mais ainda o meio Ambiente e amargar frustração, angustia de ter que se por de “joelho” na esperança de capturar um “bagrinho” e ter que suportar as gozações? Talvez seja uma questão de se planejar para isso. Pode se começar a pensar em um ou dois pontos no dia-a-dia em que possa melhorar e, tomando consciência das próprias potencialidades, redirecionado os caminhos ou simplesmente começar a traçar estratégias para mudar o sistema. Não podemos esquecer que a Felicidade está diretamente ligada a fins e não a meios. A pesca seja Competição ou Lazer é um bem-estar, se a conquista de bons resultados implica em desgaste ou mesmo em Sofrimento, está na hora de reavaliar nossas preferências. Mudar, porque não? Mudanças são sempre positivas, por mais que seja difícil aceitá-las em um primeiro momento. Seja como for, é sempre bom ter em mente que, tanto o processo de tristeza como o de alegria antes e após uma competição depende de nós. Há quem discorde, dizendo que é impossível mudar um sistema quando o desejo de Vitória fala mais alto!. Talvez aí resida a grande alquimia, transformar o Sofrimento em Felicidade em todos os lugares: na vida, no nosso Clube e, principalmente dentro de nós mesmos, que é um de nossos maiores desafios...... Assim, precisamos avaliar nosso tempo nas pescarias. Qual é a qualidade deste tempo? Quais os resultados obtidos? Qual é a nossa sensação ao final? Algo a pensar e questionar sempre....!
Abraços á todos!!!
Castro...29/06/06
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PORQUE SER O CENTÉSIMO SE PODEMOS SER O PRIMEIRO
O CENTÉSIMO
MACACO Alguns anos atrás, li numa revista de controle de qualidade sobre o fenômeno conhecido como “O Centésimo Macaco”. Daí a escrevê-lo agora foi um pulo, ou melhor, um salto, igual a transformação que tomou conta de mim e de forma incontrolável passou a fazer parte de minha maneira de ver, sentir e viver a vida. Tudo começou numa ilha chamada Kochima, uma das mais de 3000 ilhas que constituem o arquipélago conhecido como Japão. Em 1952, cientistas observaram a espécie macaca fuscata eu seu ambiente natural. O estudo do comportamento da espécie levou os cientistas a jogar batatas-doces cruas nas praias da ilha e a observar as reações dos macacos. As batatas agradaram aos macacos, exceto pela areia que as impregnavam. Um belo dia, os cientistas flagraram uma fêmea, de um ano e meio de idade, lavando as batatas-doces num rio próximo à praia, onde eram jogadas as batatas. Eles passaram a chamar a fêmea de Imo – eu não domino a língua japonesa, mas posso deduzir que quer dizer primeira, ou algo bem próximo. A jovem fêmea Imo continuou a lavar as batatas-doces que apanhava na praia todos os dias e as saboreava como nenhum outro membro da espécie. Seu gesto tornou-se rotina. O prazer em comê-las passou a ser imitado por outros membros do grupo. Um dia, os macacos passaram a imitar a jovem macaca Imo, até que, em 1958, o centésimo macaco adotou o hábito de lavar batatas-doces antes de comê-las e este costume se incorporou como o novo padrão de comportamento. Esta experiência passou a ser conhecida como o fenômeno do Centésimo Macaco, e nos fala do processo de mudança de comportamento de um grupo a partir da mudança de atitude de um indivíduo do grupo. Para aqueles que sempre encontram desculpas para deixar de agir de forma adequada, está aqui a experiência cientifica que comprova o enorme poder que o elemento tem em transformar-se, em influenciar outros elementos e mudar o padrão de comportamento. Podemos e devemos mudar a dura realidade dos indivíduos, dos clubes, das instituições e do país a partir de uma mudança de enfoque. No CPEVAP nós Pescadores, estamos sempre prontos a ser o Centésimo, aquele que, ao aderir, consolida um novo padrão de comportamento, aliás, ato de fundamental importância no processo de mudança. Mas onde está o Primeiro? A fêmea Imo, que iniciou o processo e gerou com uma centelha, o fogo arrasador que destruiu hábitos enraizados e forjou no grupo um novo padrão de comportamento. Sim, está ao nosso alcance, a qualquer momento, em qualquer situação, o poder de transformar a realidade. O que precisamos é mudar o enfoque. Por que ser o Centésimo, se podemos ser o Primeiro e desfrutar o deleite restrito ao precursor, o verdadeiro cidadão, companheiro pescador, herói de verdade.
Castro – julho de 2006
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PIADA Conta-se que numa pequena cidade do Sertão da Bahia um grupo de
pessoas se divertiam com o idiota da roça. Um pobre coitado de pouca
inteligência que vivia de pequenos biscates e esmolas. Castro- 18/julho/2006
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PIADA O amigo chega pro Zé
e fala: - Ó Zé, sua muié tá te traino com o
Arcides.
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